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Oídio no trigo e na cevada requer imediato controle

Oídio no trigo e na cevada requer imediato controle
O oídio pode trazer prejuízos de 50% quando não manejado de forma eficaz

As condições de tempo seco e temperaturas amenas trouxeram uma doença para as lavouras de trigo e cevada da região que requer atenção e imediato controle. Conforme o Departamento Técnico da Cotrijal, a presença de oídio já pode ser percebida em diversas lavouras da área de ação da cooperativa. “Essa é uma doença que deve ser manejada, de preferência, de forma antecipada ou quando ainda está com pequenas manifestações. Em caso de dúvidas o produtor deve identificar o problema e buscar mais informações com seu engenheiro agrônomo”, explica Fernando Geraldo Martins, coordenador técnico de Validação da Cotrijal. 

A maior preocupação está na dificuldade de controle da doença na cevada, podendo ser necessárias até duas aplicações de fungicidas. “Quando infecta a planta, a doença se prolifera rapidamente e é de difícil percepção em períodos úmidos, pós-chuvas. O melhor manejo é sempre o preventivo”, comenta Martins. “O oídio pode ocasionar perda na área foliar da planta, reduzindo a qualidade e o potencial produtivo em mais de 50%.”, reforça. 

Monitoramento
A doença pode ser identificada pela presença de manchas esbranquiçadas nas folhas e bainhas. 

Condições climáticas que favorecem a doença
Dias amenos e secos com temperaturas entre 15 e 22 °C.

Perdas
As perdas causadas por essa doença são decorrentes da redução da área foliar verde ativa, menor número de perfilhos por planta, menor número de grãos por espiga, redução no peso e na qualidade de grãos. Na cevada, por exemplo, pode afetar as características de qualidade do malte.

Programa Sentinela
Essa é uma dica do Programa Sentinela Cotrijal, com informações para o adequado planejamento da lavoura. 
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???? O sucesso de uma cultura de inverno depende de muitas variáveis. A presença de doenças pode gerar prejuízos consideráveis. Na fase vegetativa, oídio e manchas foliares podem causar grande perda de área foliar fotossintética, reduzindo a qualidade e o potencial produtivo em mais de 50%.Além dos prejuízos diretos na produtividade, estas doenças podem gerar contaminação dos grãos (por meio de toxinas). Para evitar danos como estes à sua produtividade, converse com o departamento técnico da Cotrijal e proteja a sua lavoura.

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Ouça a entrevista com o coordenador técnico de Validação, Fernando Geraldo Martins