A Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial trabalha pelo desenvolvimento através de políticas aprovadas pelos seus associados e membros, assumindo um papel de responsabilidade social e também ambiental através de atividades desenvolvidas pelo Departamento de Meio Ambiente.
A política ambiental da empresa visa minimizar os impactos ambientais no desenvolvimento de produtos e serviços e promover ações de educação ambiental.
As atividades estão organizadas em uma agenda ambiental e baseiam-se em quatro objetivos:
Em parceria com a Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, em setembro de 2004 iniciou a implantação do projeto Bosques Gaúchos, o qual prevê a criação das sete regiões fitogeográficas do Estado do Rio Grande do Sul seguindo a classificação de Radambrasil. Levando em conta que o estado possui dois tipos extremos de vegetação, campos e florestas, organizou-se dentro de 11ha, no Espaço da Natureza Cotrijal do Parque da Expodireto, pequenos bosques para representar estas regiões. Os tipos de florestas implantadas foram a Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Decidual, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Mista. Já representando os tipos de campo implantou-se a Savana, Savana-estépica e Estepe.
Vegetação implantada
no Espaço da Natureza
Cada árvore plantada está devidamente identificada com uma placa contendo nome comum, nome científico e família. Assim como cada tipo de região fitogeográfica também possui uma placa que contém o nome da mesma, um mapa com sua localização no estado e o animal mais característico da área, bem como uma foto da vegetação adulta.
O desenvolvimento da vegetação favorece a conservação ex situ de diversas espécies nativas do Rio Grande do Sul. Bem como serve de modelo para a execução de diversos projetos ambientais, sem contar que funcionará como uma área de lazer para a população em geral. Além disso, os bosques gaúchos poderão ser utilizados por diversas instituições de ensino e pesquisa na divulgação do conhecimento ambiental e biológico. A idéia é transformar o local em Jardim Botânico, visto que o projeto possui exemplares que contemplam todas as regiões fitogeográficas do nosso estado.
Em 2002, a Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial em parceria com a Syngenta e as Secretarias de Educação dos municípios de área de atuação da Cooperativa, colocou em prática o Projeto Escola no Campo, que tem por objetivo sensibilizar os estudantes de Ensino Fundamental da necessidade de preservar os recursos naturais, promover a segurança no uso de agrotóxicos e estimular a produção de alimentos saudáveis. Mais de 10 mil crianças já foram treinadas.
Palestra Bióloga
Deisi Nicolao
Neste projeto é abordado o tema “Uso Correto e Seguro de Agrotóxicos”, que visa informar os estudantes das técnicas corretas de aplicação do produto e promover a conscientização das crianças, principalmente os filhos de agricultores, quanto aos riscos decorrentes do uso incorreto, suas conseqüências para o aplicador e mesmo o consumidor de produtos agrícolas.
A metodologia proposta prevê o desenvolvimento do tema em aulas normais, com material didático específico desenvolvido pela Syngenta e dentro do calendário escolar. As aulas são ministradas pelos professores de Ciências que contam sempre com um módulo de capacitação adequado. Após dois meses de aula, os alunos participam de um concurso que é dividido em:
Apresentação da
Troupe de Atores Cotrijal
Pesquisa: o estudante entrevista um aplicador de agrotóxico.
Relatório de pesquisa: trabalho participativo envolvendo todos os alunos e professores de cada escola, abrangendo a análise e conclusões relativas aos dados obtidos nas pesquisas de campo realizadas pelos alunos.
Mensagem: elaboração individual de uma frase-mensagem sobre o tema.
Desenho: à mão livre, individual em papel sulfite, sobre o tema.
Além de todas as atividades descritas, é feito um fechamento do projeto através de uma palestra para as turmas sobre o Uso Correto e Seguro de Agrotóxico e EPI.
A destinação final de embalagens vazia de agrotóxico, é um procedimento complexo que requer a participação efetiva de todos os agentes envolvidos desde sua fabricação e comercialização até sua utilização na lavoura ou afins. Somente com a colaboração efetiva de todos é que o setor agrícola estará estruturado apropriadamente para realizar a destinação final de embalagens de agrotóxico e afins dentro das exigências legais estabelecidas.
Unidade para recebimento
de embalagens vazias de agrotóxicos
A unidade de recebimento de embalagens vazias é o local adequado e específico para receber as embalagens destes produtos. Projetada para atender as exigências da lei, estas unidades tem por finalidade submeter as embalagens a um processo que facilita seu transporte para a destinação adequada. O entendimento da legislação é fundamental para implantação destas unidades, bem como o licenciamento ambiental conferido pelo órgão ambiental do estado.
Atuando no ramo de comercialização de corretivos, fertilizantes e agroquímicos através de suas Lojas de Insumos Agrícolas e Pecuários distribuídas na área de abrangência, a Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial enquadra-se na categoria de revendedores. Das 13 Lojas de Insumos, 12 comercializam agrotóxicos. Para atender as necessidades dos associados a Cotrijal optou pela realização de um projeto único no Brasil, sem parceiros ou associado e realizou a construção e licenciamento ambiental, junto ao órgão competente de 13 unidades para recebimento de embalagens vazias de agrotóxico, sendo 14 estruturas pequenas para armazenamento temporário, e 1 central com localização estratégica para favorecer a retirada das mesmas. Desde 2002 mantém estas estruturas em pleno funcionamento, com uma dinâmica mensal de recebimento e destinação ambientalmente correta das embalagens vazias de agrotóxicos.
Para a realização de ações relativas à educação ambiental, foi construído, em 2002, no Parque da Expodireto Cotrijal, um espaço que tem como objetivo disponibilizar informações e preparar os associados e público visitante para as questões da natureza ligadas ou não à atividade agrícola. Em março de 2002, durante a Expodireto, foi inaugurado este espaço em uma área de 11ha, a qual compreende a Casa do Meio Ambiente, um lago, uma área com árvores frutíferas nativas e o projeto Bosques Gaúchos.
Dinâmica de Grupos durante a Expodireto Cotrijal no Espaço da Natureza
Frente aos inúmeros problemas relacionados ao meio ambiente, a Cotrijal teve a iniciativa pioneira de planejar e construir o Espaço da Natureza de uma forma que existisse respeito ao ambiente do local, pois desde a sua construção houve o pensamento de preservar e recuperar a área de entorno, bem como oportunizar o contato com a natureza. A idéia central deste programa, a longo prazo, é transformar o Espaço da Natureza em um centro de educação ambiental referência dentro da área de atuação da Cotrijal.
Visita aa Governadora a Casa do Meio Ambiente
Contudo, a Cotrijal entende que este trabalho, como qualquer outro da área ambiental, demanda tempo para sua implantação, por isso, está sendo construído de acordo com a necessidade do público: produtores, filhos de produtores e comunidade.
O principal motivo da criação do Espaço da Natureza é construir referência para uma atuação presente e futura da Cotrijal que garanta a sustentabilidade social e ambiental da Cooperativa e dos associados frente à comunidade.
Exposições na Casa do Meio Ambiente na Expodireto Cotrijal
A cada ano, durante a Expodireto, o Espaço da Natureza Cotrijal trabalha exposições ambientais na Casa do Meio Ambiente, trazendo temáticas diferentes para a discussão do público visitante.
Anfiteatro da Natureza - Troupe de Atores Cotrijal
Temáticas Abordadas no Espaço do Meio Ambiente Cotrijal:
Ano
2002 - “Preservação ambiental”
2003 - “Extinção é para sempre”
2004 - “Ecossistemas do Rio Grande do Sul”
2005 - “Lançamento do Projeto Bosques Gaúchos Cotrijal”.
2006 - “Florestas”
2007 - “Energias renováveis”
2008 - “Mudanças climáticas”
2009 - "A Arte do Agronegócio - A arte da reciclagem"
2010 - "Sistema Plantio Direto e os Desafios do Tempo"
Um comitê de gerenciamento de recursos hídricos é o parlamento das águas de uma região, onde a população e usuários, juntamente com os órgãos do governo, interagem para gerenciar a qualidade e a disponibilidade das águas em uma determinada bacia hidrográfica. É uma entidade deliberativa com atribuições legais baseadas na lei nº 10.350/94. Integram também o sistema Estadual de Recursos Hídricos, o Conselho de Recursos Hídricos – CHR, o Departamento de Recursos Hídricos – DRH, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental – Fepam e as Agências de Região Hidrográficas.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí – Coaju, foi instituído pelo Decreto nº 40.882, de 11 de junho de 2001. Está situado na região centro-norte do estado do Rio Grande do Sul, sua extensão é de 16.008,27 Km2, abrangendo 59 municípios. O rio Jacuí nasce no município de Mato Castelhano, é responsável por 85% das águas que formam o Lago Guaíba e a economia da região caracteriza-se pelo uso intensivo do solo para a agricultura e pecuária.
O Coaju é composto por grupos de trabalhos que foram criados para realizarem estudos para que seja elaborado o Plano de Bacia e dar apoio às atividades desenvolvidas pelo Comitê. A Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial é representante do Setor Indústrias, participando de reuniões mensais onde se discute, entre outros assuntos, os impactos ambientais ligados a atividades dentro da bacia.
Em janeiro de 2007 teve início a padronização das questões que envolvem água nas 28 unidades, dos 14 municípios da área de abrangência da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial.
O projeto consiste na outorga do uso da água dos poços artesianos, limpeza semestral dos reservatórios e instalação de dosadores de cloro nas saídas dos poços artesianos onde não existe rede de abastecimento público, atendendo todos os padrões exigidos pela portaria 518 do Ministério da Saúde.
O Decreto Nº 37.033, de 21 de novembro de 1996, regulamenta a outorga do direito de uso da água no estado do Rio Grande do Sul. O Governo do Estado, no uso da atribuição DECRETA: As águas de domínio do Estado do Rio Grande do Sul, superficiais e subterrâneas, somente poderão ser objeto de uso após outorga, de que tratam os artigos 29, 30 e 31 da Lei n. 10.350, de 30 de dezembro de 1994 pelo departamento de Recursos Hídricos da Secretaria das Obras Públicas, saneamento e Habitação - DRH - e pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental – FEPAM.
O Licenciamento Ambiental é um procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente (federal, estadual ou municipal) licencia a localização, a instalação, ampliação e operação de empreedimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso.
TIPOS DE LICENÇA
Licença Prévia
É concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou da atividade, aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação.
Licença de Instalação
É uma licença que autoriza a instalação do empreendimento ou da atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas ou projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, constituindo motivo determinante.
Licença de Operação
É a licença ambiental propriamente dita. É concedida depois de atendidas as condições da Licença de Instalação, quando o empreendimento estiver atendendo todas as exigências legais para o início de seu funcionamento.
Empreendimentos da Cotrijal licenciados:
Recebimento, Pré-limpeza, Secagem, Limpeza, Armazenagem e Expedição de cereais
Consultas dos requisitos ambientais nas etapas de processos, construções e operações.
Projeto de Coleta Seletiva de Resíduos na Expodireto Cotrijal
Desde 2004, existe no Expodireto Cotrijal, o Projeto de Coleta Seletiva, alternativa ecologicamente correta que desvia do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que podem ser reciclados.
No ano de 2005, o departamento de Meio Ambiente disponibilizou monitores treinados que passaram nos stands durante a feira para distribuir material informativo e instruir os expositores quanto à destinação adequada dos resíduos, além de inserir a idéia do projeto para o público.
Cabe ressaltar que não existe fórmula universal para a execução do projeto, pois a dimensão deste trabalho vai muito além do que se colocar lixeiras coloridas dentro do parque da Expodireto. Ela deve ser encarada como uma corrente de três elos: educação ambiental, logística e destinação.
Projeto Coleta Seletiva de Resíduos Cotrijal
Desde 2005, uma alternativa ecologicamente correta que desvia do destino em aterros sanitários ou lixões resíduos sólidos que podem ser reciclados está sendo desenvolvida na Cotrijal. Com a implantação do projeto de coleta seletiva, todo o lixo gerado na sede da Cooperativa está sendo separado, conforme o tipo, para posterior comercialização ou destinação adequada. Vidro, plástico, metal e papel já estão sendo vendidos para empresas de reciclagem, devidamente licenciadas junto aos órgãos competentes. Os resíduos orgânicos continuam sendo recolhidos pela prefeitura de Não-Me-Toque/RS. E para os materiais perigosos e especiais (não recicláveis) está sendo dado um destino ambientalmente correto através de parcerias com empresas licenciadas.
Para facilitar a identificação, os coletores, dispostos em vários pontos do entreposto, são coloridos. Cada um é específico para um tipo de material, conforme podemos conferir nas figuras:
Coletor azul: papel (Jornais, revistas, folhas de rascunho, listas telefônicas e outros).
Coletor verde: vidro (garrafas, potes, copos de vidro, espelho e outros).
Coletor amarelo: metal (latas, arame, pregos, parafusos, tampas, objetos de cobre, alumínio, chumbo, bronze e ferro).
Coletor vermelho:plástico (tubos, canos, sacos, garrafas, sacolas e outros).
Coletor marrom:resíduos orgânicos (restos de alimentos, guardanapos com resíduos, borra de café, papel higiênico, erva-mate e outros).
Coletor laranja:resíduos perigosos (panos sujos de óleo, estopas, produtos químicos, derivados de petróleo, pilhas e baterias).
O Projeto de Coleta Seletiva de Lixo da Cotrijal também tem um mascote: uma simpática e inteligente minhoca de nome Professor Recy Cladus, presente em todos os materiais gráficos de educação ambiental que estão sendo distribuídos aos colaboradores e às pessoas que freqüentam o entreposto. A idéia de utilizar a minhoca surgiu como o símbolo da transformação dos materiais orgânicos em húmus. "E a lata de alumínio, sua casa, representa o símbolo da reciclagem no Brasil", explica a bióloga, acrescentando que o país é um dos que mais recicla alumínio no mundo.
A HORA DA MUDANÇA!
Dentro de casa, sem perceber, causamos inúmeros prejuízos ao meio ambiente: esbanjamos luz, água e combustível. Então, que tal mudar aos poucos? Recorte o roteiro abaixo e cole em sua geladeira. A cada mês, incorpore uma dessas atitudes na sua vida. Você vai ver que tornar-se uma pessoa ecologicamente correta pode ser muito mais fácil quando damos um passo de cada vez.
Janeiro Vá a pé comprar pão na padaria, ao trabalho, visitar um amigo
Aposente o carro e outros meios de transporte sempre que possível. Um dos gases responsáveis pelo efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2), e a maior parte dele vem da queima de combustíveis. Ao andar a pé ou de bicicleta, você ajuda a reduzir as concentrações desse gás e faz o planeta ficar menos poluído.
Fevereiro Troque as lâmpadas da sua casa
Substitua aquelas lâmpadas incandescentes (geralmente amarelas) pelas fluorescentes (as brancas). Apesar de serem um pouco mais caras, elas duram até dez vezes mais, são mais eficientes e economizam até um terço de energia elétrica. Outra atitude para reduzir o gasto com energia é aproveitar ao máximo a luz do sol.
Março Separe o lixo para reciclagem
Essa dica é batida, mas é sempre bom voltar ao assunto. Passe a separar o lixo na sua casa em seco e molhado. Isso é fundamental, porque um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel reciclável. No lixo seco vão papéis, vidros e plásticos. No molhado ficam os restos de comida. Reúna os vizinhos e organize um sistema de coleta seletiva.
Abril Faça um trabalho voluntário Que tal participar de uma ONG que ajuda a salvar o planeta? Além de contribuir com o meio ambiente, a sensação de tornar o mundo melhor funciona como um antídoto contra a falta de confiança. Não faltam áreas para atuar: defesa de rios, plantas e bichos, combate ao desperdício e à poluição nas cidades. Procure entidades de sua região e verifique como ajudá-las.
Maio Só gaste o necessário Você já parou para pensar que a maneira como gasta seu salário tem um impacto na sustentabilidade do planeta? Pode parecer exagero, mas não é. O consumo excessivo é um dos grandes vilões da degradação ambiental. E você pode influenciar a responsabilidade ambiental das empresas. Sempre prefira produtos de quem respeita o meio ambiente. E evite o desperdício: use ao máximo o que você compra.
Junho Use sacolas de pano Cada família brasileira usa, em média, 66 sacolas plásticas de supermercado por mês. E o pior: como essas sacolinhas são feitas de um plástico muito fino, elas não podem ser recicladas junto com outros plásticos. Para evitar toda a poluição que essas vilãs causam, o ideal é trocá-las por alternativas ecologicamente corretas. Leve sua própria sacola ao mercado, de preferência de pano.
Julho Plante uma árvore
Que tal aproveitar as férias para dar uma cara nova ao seu quintal ou àquela praça sem vida da vizinhança? Você pode até achar que não, mas essa pequena atitude tem um efeito muito grande para o meio ambiente. Uma única árvore pode absorver até uma tonelada de CO2 durante sua vida, o que contribui muito para a proteção do meio ambiente. E plantá-la nem dá tanto trabalho assim!
Agosto Incentive seus filhos O bom exemplo começa em casa. As crianças devem ser educadas para construir um mundo saudável e recuperar os estragos. O papel das mães nesse processo é fundamental. Incentive seu filho a entrar em contato com a natureza. Leve-o para participar de um grupo de escoteiros ou cuidar das plantas do quintal. Ou plante uma horta em casa e estimule os pequenos a cuidar dela.
Setembro Aprenda a "se desligar"
Adquira o ótimo hábito de tirar os aparelhos eletrônicos da tomada quando eles não estiverem sendo usados. Cerca de 5% da energia usada em residências é consumida para manter os aparelhos em stand by, ou seja, modo de espera. Isso vale inclusive para carregadores de celular e baterias, que gastam energia mesmo que não estejam conectados a nenhum aparelho.
Outubro Deixe a grama crescer
Pequenas atitudes como essa ajudam a economizar água. A grama alta retém mais umidade. Por isso, durante o verão, deixe o gramado crescer pelo menos quatro centímetros a mais do que o normal.
Assim, você evitará a aparição de trechos ressecados e diminuirá a necessidade de regar. Também vale reaproveitar a água da chuva. Capte-a em um galão e depois a use para regar o jardim ou lavar a varanda.
Novembro Preste atenção nas embalagens
Quando for ao supermercado, preste atenção nas embalagens. Alguns selos estampados nos produtos indicam que o fabricante é correto no que faz. Vale a pena gastar mais tempo e checar, por exemplo, se as compras trazem o Selo Verde, do Conselho Nacional de Defesa Ambiental, que é dado a produtos que não causam danos à natureza.
Dezembro Doe aquilo que você não quer mais
Você costuma fazer aquela faxina de final de ano e jogar um monte de coisas no lixo? Pode parar! Muito daquilo que não tem mais serventia para você pode ser útil para outras pessoas. Por isso, aprenda a doar. Doe roupas, calçados, brinquedos, etc. Até mesmo aquela pilha de papéis pode ser doada para instituições. Com isso, você ajuda a evitar o desperdício.